Pluralidades

” Só uma coisa era fundamental (e dificílima) : acreditar! ” Caio F.

 

A partir de hoje começo um novo projeto: Pluralidades.

É hora de despertar!

Despertar

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Incertezas

Viver é uma grande incerteza. Morrer é a única certeza que existe no meio do caminho. Amar também é uma grande incerteza. Mas morrer de amor é quase acordar de tantas duvidas. São sorrisos bobos, olhares não mais perdidos, certezas inabaláveis. É uma nova existência dentro de outra.

Incertezas a dois nos fazem crescer mais rápido. Aprender a olhar no espelho diariamente faz a gente ver tantos erros que antes não enxergávamos. É como tirar as vendas, como que ao conhecer o outro também aprendemos a nos conhecer. Sem máscaras. Sem desculpas. A vida não dá garantia de nada para gente. Nem o amor. Mas mesmo assim a gente vive, mesmo assim a gente ama. Cheios de inocência, curau de milho verde e uma quente alegria permanente em nossos corações. Apesar da incerteza de ser eu sou grato. Grato pela vida e pelas muitas pessoas que fazem parte dela. Grato pelo amor. Amém!

a morte

Sobre a Morte e a Vida

a morteSempre quando alguém próximo morre começo a refletir sobre o assunto. Questiono o sentido da vida, a razão de muitas mortes tão prematuras. Doenças, acidentes, assassinatos. Percebo também o valor do tempo, o valor de viver cada dia de uma vez, de me preocupar em ser feliz hoje. Quem coloca a felicidade no futuro pode nunca alcança-la.

Eu já tive medo da morte. Medo de envelhecer sozinho. De não deixar um legado para o mundo, ser esquecido, como se minha vida tivesse sido em vão. A gente tem medo de cada coisa né?

Hoje acredito, por causa do espiritismo , na reencarnação. E que nossa vida é uma escola: estamos na Terra para sermos pessoas melhores, evoluir moralmente. E enquanto não evoluímos o “suficiente” continuamos reencarnando. A ideia de um Deus que nos dá infinitas chances de melhora me parece justa. Em cada vida temos chances diferentes para aprender valores diferentes e tendo sempre o nosso livre arbítrio, onde cada ação tem uma reação – nessa vida ou nas próximas.

Para ser sincero o espiritismo me pareceu uma história de ficção no início. Uma viagem curiosa. Mas tudo que eu aprendi na Igreja Católica não parece também ficção para um Ateu?

Não consigo mais pensar na morte como antigamente. Morrer é seguir para uma nova etapa de uma existência eterna. E o que importa não é a quantidade de anos que se vive, mas sim o bem você fez. Já não tenho mais medo da morte e do tempo. E para a vida procuro dar o melhor de mim e acreditar que o nosso legado é a certeza de ter feito a diferença para o mundo e para mim mesmo.

“Uma existência é um ato. Um corpo – uma veste. Um século – um dia. Um serviço – uma experiência. Um triunfo – uma aquisição. Uma morte – um sopro renovador. Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?” Trecho do livro Nossa Lar