O tempo devora

─ O tempo não existe.
─ O tempo existe, sim, e devora. ( Caio F. )

O ano está chegando ao fim e tenho a impressão que o tempo me devorou. Talvez seja a vida atribulada, crescer tem dessas coisas, mas não posso reclamar.

Muito aprendi e conquistei nos meses que passaram, agora moro sozinho, o que às vezes sempre é uma aventura. Mais responsabilidades e desafios nessa vida de analista de sistemas. ( aproveitando, alguém sabe Ruby on Rails aí? risos… )

Também tenho me dedicado ao aprendizado e prática do espiritismo. Acreditar que temos todos oportunidades infinitas de evoluir me deu um novo entendimento sobre a vida. Buscar o bem nos transforma.

Também comecei a fazer teatro, uma experiência mais que especial que me trouxe novamente para a escrita. A beleza da arte, a beleza de se comunicar com os sentimentos.

Nunca planejei minha vida, deixei que ela me conduzisse e aqui estou, o mesmo Daniel com novos propósitos e desafios. E tenho muita gratidão a todos que fizeram e fazem parte dessa caminhada. E pensando bem, talvez o tempo nem exista. Novamente voltei!

PS. Sim, continuo viado! Beijo na boca de vocês seus lindos, e abraço pros homens héteros porque eu sou respeitador! 😛
Anúncios

26

O quanto a gente muda em um ano? O quanto a gente muda em uma vida?
Viver é mudança. É crescer, aprender e tropeçar. Ás vezes é choro e outras riso. E apesar de tudo ser feliz.
E felicidade não é a ausência de problemas. Felicidade é só ponto de vista. É como eu encaro um problema. É como eu encaro a vida.
Mas o que define a minha felicidade? O que me define?
Minha profissão? Minha família e meus amigos? Minha religião ou minha orientação sexual? Meus medos, meus sonhos?
Não sou mais quem era ontem e não tenho medo de quem serei amanhã. Nem medo do tempo, pois a vida não cessa.
Nada é por acaso nem em vão. Tudo é consequência e assim sou grato.
Obrigado aos amigos de todos os momentos! Obrigado a Deus por meus vinte e seis anos.
E que venham as mudanças!

“Talvez tudo, talvez nada. Porque era cedo demais e nunca tarde.” Caio F. Abreu