Byte is on the table

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Sim, eu sou nerd. Uma bixa nerd analista de sistemas. risos.

E para começar a semana com empolgação estou começando um novo blog. Como assim Daniel? Você não dá conta nem de um e quer ter dois blogs? Isso mesmo gente linda.

A ideia é separar a vida pessoal da vida profissional. Bora lá então?

Byte is on the table: Tecnologia, informação e café.

Beijos seus lindos e lindas e ótima semana!!!

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BBB, Jean Wyllys e Cinzas

E acabou o carnaval e também a quarta-feira de cinzas. Lembro que o padre fazia o sinal da cruz com cinzas da minha testa quando eu frequentava a missa. Simbolizava a reflexão e o inicio da quaresma. E as pessoas se preocupam tanto com o que comer nesse período, mas se esquecem que o verdadeiro sentido da reflexão é se tornar uma pessoa melhor. De preferência o ano todo.

“Não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca, isto, sim, contamina o homem.” Mateus 15:11.

Enfim, 2013 começou. Pode esperar semana que vem?

Também quero comentar como acho engraçado alguns comentários sobre o BBB ( sim, aquele programa que passa da Globo). É um programa fútil? É um zoológico humano? É perda de tempo? Sim, Sim e Sim.

Mas as pessoas passam tanto tempo falando mal do programa que me diverte. Confesso que eu assisto – vez ou outra – o programa. Cem ave marias para mim! Não espero aprender nada com o programa, apenas quero ver as pessoas lá dentro “vivendo”, “brigando”, “amando”, etc e tal.

Me deixem ser fútil pelo amor.

Todo esse blá blá blá de BBB para dizer que eu simplesmente adoro o Jean Wyllys. O vencedor do BBB 5 e hoje deputado do Rio é uma pessoa inteligente, articulado e um dos políticos mais honestos que já acompanhei. Cada vez mais  mostrando e argumentando contra políticos corruptos e pessoas má intencionadas.

Bora ver um vídeo dele em resposta ao nosso irmão Silas Malafaia.

Eu quero ver todo mundo sendo apedrejado amanhã. Beijos.

Diversidade, Religião e Reflexão

Estou sensível. Existem esses momentos que necessito parar e olhar para dentro de mim. Pois então refleti, fiquei submerso com quem sou e agora meu sentido está à flor da pele.

Segunda-feira ouvi algumas pessoas falando “que nojo” sobre o assunto homossexualidade e me senti mal. Claro, não foi a primeira vez que ouvi isso, mas segunda-feira essas palavras me incomodaram como nunca.

Terça-feira fiquei sabendo da entrevista do Silas Malafaia no programa da Marília Gabriela. Novamente não é a primeira vez que ouço um pastor falando sobre homossexualidade.

O gay passa a vida toda ouvido isso. Lutando contra uma orientação sexual condenada por um Deus. Ouvindo piadas na escola, no trabalho e em todos os lugares que frequenta. A sociedade é machista. Ser diferente machuca. Amar diferente machuca.

Quero dizer que eu não escolhi minha orientação sexual. Ninguém escolhe. O tesão, o amor não se controla. Um hétero não olha para alguém do mesmo sexo e diz: hoje eu vou sentir tesão por você. Ninguém aprende a ser hétero ou homossexual por exemplos, por vontades. Se pudéssemos escolher quem escolheria o caminho mais difícil?

Não vou publicar o vídeo da entrevista aqui, não quero dividir algo que me agride e que me faz mal. Quer compartilhar o que me faz bem, sendo assim quero divulgar o texto de um grande amigo e irmão sobre o assunto:

“Eu me sinto particularmente religioso, não porque eu viva regras definidas por qualquer um que seja, mas porque me faz bem acreditar em um Deus que se denomina a própria expressão do amor.
Tenho AMIGOS: evangélicos, espíritas, do umbanda, do candomblé, ateus, testemunhas de Jeová, mórmons, pastores, pais de santo, médium, budista, branco, negro, japonês, loiro, índio, heterossexual, homossexual, judeu, bruxo e confesso que estou procurando um amigo muçulmano… e são todos amados pelo que eles são: AMIGOS.

Meu facebook foi invadido por mensagens de ódio, mágoas e rancor desde ontem, quando foi exibida a entrevista do Pastor Silas Malafaia no programa da Gabi e embora eu me denomine evangélico (e meus amigos sabem o quando eu gosto de um rótulo), não vi amor nas palavras do Pastor Silas e nem da apresentadora Gabi, o que eu vi, foram pessoas que estavam dispostas a impor seus pensamentos e ideologias, independente do quanto isso possa agredir ou machucar os outros, então eu não vi Deus.

Não vi Deus nas mensagens que meus amigos evangélicos postaram.
Não vi Deus nas mensagens que meus amigos gays postaram.
Não vi Deus nas mensagens que meus amigos ateus postaram (contraditório!?).
Não vi Deus porque eu não vi aquilo que eu vivêncio todos os dias através da minha religião, não vi AMOR.

Eu sou fanático pelo diferente, pelo novo, pelo inexplorado e quando descubro alguém de alguma religião diferente, faço questão de conversar a respeito e descobrir mais… porque aquilo que é desconhecido causa medo, e eu não quero viver com medo.

Somos todos iguais e procuramos sempre a mesma coisa.
Porque a felicidade alheia incomoda?
Porque a ideologia alheia incomoda?
Porque eu preciso impor minha religião na parada Gay?
Porque eu preciso casar com alguém do mesmo sexo dentro de uma igreja católica?

A individualidade é o que temos de mais pessoal, se perdermos isso, teremos o que? seremos o que? viviremos pra que?

Eu sempre me lembro de uma frase que minha professora Malú da primeira série me ensinou: “O que seria do rosa se todos gostassem do azul?”

Quero num futuro próximo celebrar a diversidade, assim como ela é: DIFERENTE!”

Éllerson Freitas

O texto me emocionou muito e veio de encontro com minhas reflexões . Além disso  vi dois vídeos argumentando contra Silas Malafaia e faço questão de finalizar o post com eles. Ambos os vídeos foram postados no blog do Tony Goes.

( via http://tonygoes.blogspot.com.br/2013/02/derrota-em-cristo.html )

(via http://tonygoes.blogspot.com.br/2013/02/tome-isto-e-mais-isto.html)

Grande abraço.